Patologias e Condições Atendidas

Doença de Parkinson

No Parkinson, a medicação tem horário e o corpo tem limite. A rigidez, o tremor e a lentidão mudam de um dia para o outro, e o cuidado precisa acompanhar esse ritmo sem apressar quem está sendo cuidado.

Como cuidamos

O que o cuidador faz na rotina, sempre seguindo a orientação da equipe de saúde.

Conferir o horário da medicação

No Parkinson, o intervalo entre as doses importa. O cuidador segue a prescrição e registra cada tomada.

Ajudar no início do dia

Rigidez e lentidão são maiores pela manhã. O apoio é dado no ritmo da pessoa, sem pressa.

Acompanhar a mobilidade

Caminhada com apoio firme, atenção aos passos curtos e ao risco de queda.

Manter a rotina de exercícios

Os exercícios prescritos são feitos na frequência indicada, respeitando o limite de cada dia.

Registrar o dia

Anotamos tremor, rigidez, sono, aceitação da medicação e qualquer mudança de padrão.

Cuidados de segurança

O que observamos em cada atendimento para evitar acidente e desconforto.

No dia a dia

  • Medicação nos horários prescritos, sem atraso e sem dose dobrada.
  • Ambiente livre de obstáculos e com apoio ao alcance.
  • Calçado fechado e antiderrapante, nunca chinelo solto.
  • Atenção redobrada ao levantar, quando a pressão pode cair.
  • Tarefas fracionadas e tempo respeitado, sem apressar o movimento.
  • Episódios de congelamento do passo são registrados e comunicados.

Sinais de alerta

  • Tremor, rigidez ou lentidão que aumentam de repente.
  • Queda, mesmo sem dor aparente depois.
  • Confusão, sonolência ou alucinação.
  • Dificuldade nova para engolir ou engasgo frequente.
  • Falta de resposta à medicação no horário habitual.

O que o cuidador faz e o que não faz

Para você saber onde começa e onde termina a atuação do cuidador. Toda decisão clínica é da equipe de saúde.

Faz

  • Administra a medicação no horário e na dose prescritos.
  • Acompanha a mobilidade e as transferências com apoio firme.
  • Ajuda na rotina de exercícios já prescrita.
  • Registra mudanças de sintoma e comunica a família.

Não faz

  • Não altera dose nem horário da medicação.
  • Não indica nem ajusta exercício por conta própria.
  • Não apressa o movimento nem puxa pelo braço.
  • Não interpreta sintoma nem avalia a evolução da doença.

Dúvidas sobre Doença de Parkinson

Perguntas comuns de famílias que procuram esse acompanhamento

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