Patologias e Condições Atendidas

Cadeirantes e acamados

Quem passa o dia na cama ou na cadeira de rodas depende de alguém para quase tudo, inclusive para mudar de posição. Esse detalhe, feito com regularidade, é o que evita ferida, dor e perda de movimento.

Como cuidamos

O que o cuidador faz na rotina, sempre seguindo a orientação da equipe de saúde.

Avaliar o que a pessoa consegue fazer

Antes de tudo, entendemos o grau de dependência e o que ela ainda consegue movimentar sozinha.

Mudar de posição com regularidade

A troca de decúbito é feita no intervalo orientado pela equipe de saúde, com atenção às áreas de pressão.

Cuidar da pele em cada troca

A pele é conferida a cada mudança de posição, principalmente em calcanhar, quadril e base da coluna.

Fazer a transferência com segurança

A passagem da cama para a cadeira é feita com apoio firme e, quando indicado, com auxílio de equipamento.

Registrar e comunicar

Anotamos vermelhidão, dor, aceitação da alimentação e qualquer alteração, e avisamos a família.

Cuidados de segurança

O que observamos em cada atendimento para evitar acidente e desconforto.

No dia a dia

  • Mudança de posição no intervalo orientado pela equipe de saúde.
  • Pele sempre seca e hidratada, com atenção às dobras.
  • Lençol sem ruga e roupa de cama trocada com frequência.
  • Transferência com apoio firme e, quando indicado, com equipamento.
  • Estímulo ao movimento possível, para não perder força.
  • Atenção ao risco de queda na cadeira e à posição dos pés.

Sinais de alerta

  • Vermelhidão ou ferida que não desaparece na pele.
  • Dor nova, principalmente nas costas, no quadril ou no calcanhar.
  • Inchaço, calor ou vermelhidão nas pernas.
  • Dificuldade para respirar ou tosse que piora.
  • Falta de apetite, febre ou prostração.

O que o cuidador faz e o que não faz

Para você saber onde começa e onde termina a atuação do cuidador. Toda decisão clínica é da equipe de saúde.

Faz

  • Muda a posição no intervalo orientado e confere a pele a cada troca.
  • Faz a higiene, troca a roupa e cuida das dobras.
  • Apoia as transferências com segurança.
  • Registra alterações de pele, dor e aceitação da alimentação.

Não faz

  • Não carrega o idoso sozinho quando a transferência exige duas pessoas.
  • Não trata ferida nem indica pomada por conta própria.
  • Não deixa a pessoa na mesma posição por tempo prolongado.
  • Não ignora vermelhidão na pele: isso é comunicado na hora.

Dúvidas sobre Cadeirantes e acamados

Perguntas comuns de famílias que procuram esse acompanhamento

Precisa de acompanhamento para alguém da família?

Fale pelo WhatsApp e conte a situação. Nossa equipe orienta o próximo passo.