Patologias e Condições Atendidas

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Rotina previsível, comunicação clara e ambiente sem excesso de estímulo são a base do cuidado de quem está no espectro autista. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra, então o plano é montado a partir da rotina e das orientações da equipe que acompanha o caso.

Como cuidamos

O que o cuidador faz na rotina, sempre seguindo a orientação da equipe de saúde.

Conhecer a rotina e os gatilhos

Conversamos com a família sobre o que acalma, o que desorganiza e como a pessoa se comunica.

Montar a rotina

Organizamos o dia com previsibilidade e avisamos antes de cada mudança de atividade.

Adaptar a comunicação

Usamos frases curtas e diretas, com apoio visual quando a família indicar.

Cuidar do ambiente

Reduzimos ruído, luz forte e excesso de pessoas nos momentos de maior sensibilidade.

Registrar e comunicar

Anotamos o que funcionou, o que gerou crise e como foi possível acalmar, e repassamos à família.

Cuidados de segurança

O que observamos em cada atendimento para evitar acidente e desconforto.

No dia a dia

  • Avisar antes de qualquer mudança de rotina ou de ambiente.
  • Manter objetos e horários no lugar, para dar previsibilidade.
  • Respeitar os sinais de sobrecarga antes que virem crise.
  • Adaptar o ambiente sensorial conforme a orientação recebida.
  • Nunca conter fisicamente nem elevar a voz.
  • Seguir o plano de comunicação definido pela família e pela equipe.

Sinais de alerta

  • Crises que aumentam de frequência ou de intensidade.
  • Autoagressão ou agressão a terceiros.
  • Recusa de alimentação, água ou medicação.
  • Mudança brusca de sono ou de comportamento.
  • Qualquer sintoma físico sem causa aparente.

O que o cuidador faz e o que não faz

Para você saber onde começa e onde termina a atuação do cuidador. Toda decisão clínica é da equipe de saúde.

Faz

  • Mantém a rotina previsível e avisa antes das mudanças.
  • Adapta a comunicação conforme a orientação recebida.
  • Organiza o ambiente para reduzir sobrecarga sensorial.
  • Registra crises e o que ajudou a acalmar.

Não faz

  • Não faz diagnóstico nem avalia nível de suporte.
  • Não aplica técnica terapêutica sem orientação.
  • Não contém fisicamente nem grita.
  • Não altera medicação nem indica acompanhamento por conta própria.

Dúvidas sobre Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Perguntas comuns de famílias que procuram esse acompanhamento

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